segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Tudo novo de novo?

No Natal e no fim de ano é normal fazermos planos. Fazemos inúmeras promessas para o novo ano, e, às vezes, recolocamos nesta lista as metas não atingidas no ano anterior.

Começar a malhar, retornar aos estudos, fazer um curso de capacitação, juntar grana para realizar a tão sonhada viagem ao exterior, dedicar parte do tempo ao trabalho voluntariado, conquistar a carteira de habilitação. Enfim, são inúmeros desejos que precisam de esforço e disciplina para se concretizarem.
Confesso que a minha listinha é bem grande, talvez não tenha tempo e energia para cumprir todas as metas. E isso não  é  problema; depois dos 30 (anos) aprendi que é preciso eleger o que realmente é necessário e urgente e, de vez em quando, dá um prazer danado procrastinar um objetivo.
E de meta em meta, de plano em plano, de conquistas e fracassos vamos escrevendo o nosso destino. Nesse caminhar, o que vale a pena são as tentativas e o esforço diário; isso para mim se resume na palavra esperança. Esperança de conquistar êxitos, esperança de dias melhores, esperança na vida, esperança no ser humano. Esperança é a palavra (e também sentimento) que traduz este momento.

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