Economia
Por Messias Matheus
Há alguns meses atrás, o mundo viu a maior economia da atualidade, sofrer uma das maiores crises financeiras de sua história. Os Estados Unidos da América, em sua total prepotência e hegemonia, viram os seus índices econômicos (até então estabilizados) afundarem como o lendário Titanic.
A imprensa mundial se incumbiu de alastrar esta notícia para os quatro cantos do mundo, deixando todos em alerta quanto aos possíveis impactos que esta crise poderia provocar.
Tudo bem, a crise aconteceu lá na terra do Tio Sam e o que é que eu tenho a ver com isso?
O problema é que com a tal da globalização os processos financeiros, políticos, sociais dentre outros passam a ser dividido entre todos os países do mundo. É como se todos corressem os mesmos riscos, inclusive o de crise e estagnação da economia.
No início, o Presidente Lula, garantia que a nossa economia estava forte o suficiente para enfrentar os efeitos desta crise, mas com o passar do tempo os efeitos colaterais chegaram por aqui. As empresas multinacionais instaladas no Brasil foram as primeiras a demitirem funcionários, alegando diminuição das vendas, em seguida empresas de exportação de alimentos e vestuário e assim por diante.
Que esta crise sirva de exemplo para todos os países, afinal em um mundo globalizado e imediatista, o conceito de economia forte e segura se tornou algo bem relativo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário