A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) anunciou em fevereiro deste ano, projeto de restauração e reforma do prédio-sede do Diretório Central dos Estudantes (DCE), localizado na Avenida Getúlio Vargas, na esquina com a Rua Marechal Floriano Peixoto. O imóvel que fica em área nobre de Juiz de Fora/MG atualmente “está ocupado irregularmente, por parte de particulares, sem o aval da UFJF. Segundo a assessoria jurídica da Universidade, já foi requerido o pedido de reintegração de posse.” Ainda de acordo com a UFJF, não há previsão para o início das obras.
VALOR HISTÓRICO
Construído em 1894, o prédio abrigou inicialmente a Diretoria de Higiene, departamento responsável pelo controle e prevenção de epidemias. Em 1914, foi comprado pela UFJF para a instalação da Faculdade de Engenharia. Com a inauguração do Campus Universitário, no bairro São Pedro, na década de 1960, o espaço passou a abrigar o DCE. O prédio é tombado como Patrimônio Cultural de Juiz de Fora, desde 1996.
Minha Opinião: Enquanto aguardamos o processo burocrático, o prédio continua em completo abandono. Entregue, literalmente, às traças, ratos e ao mofo. Vale a pena lembrar, que o casarão fica próximo a região afetada por um incêndio em outubro de 2011. Com certeza, o quarteirão será revitalizado, e cabe a UFJF acompanhar este processo e agilizar as obras no antigo DCE. Ganha a Universidade. Ganha Juiz de Fora. E principalmente a história da nossa cidade.
Minha Opinião: Enquanto aguardamos o processo burocrático, o prédio continua em completo abandono. Entregue, literalmente, às traças, ratos e ao mofo. Vale a pena lembrar, que o casarão fica próximo a região afetada por um incêndio em outubro de 2011. Com certeza, o quarteirão será revitalizado, e cabe a UFJF acompanhar este processo e agilizar as obras no antigo DCE. Ganha a Universidade. Ganha Juiz de Fora. E principalmente a história da nossa cidade.
voce acha que com as últimas notícias do jornal do DCE, a UFJF vai fazer alguma coisa pelo DCE?
ResponderExcluirNão se engane. É politicagem pura.
É uma pena,né, André? Ver um prédio histórico sendo corroído pelas traças... entregue aos ratos e ao descaso. Mais uma vez afirmo, quem perde é Juiz de Fora e a sua memória!
ExcluirEsse comentário envelheceu que nem leite.
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